Ela virou a folha e tinha uma foto nossa com Cecilia.
- Quem é essa menina?
- Ela se chama Cecilia, lembra aquele dia, que disse que tinha que ver minha filha? Cecilia é nossa filha. Minha e sua. - Ela passava a mão pela foto e eu continuei, abraçando ela pelo lado. - Ela tem 8 meses, e sentiu muito a sua falta esse tempo todo.
Ela tem muito de mim quanto a personalidade. É boazinha, bem tranquila, centrada, mas ao mesmo tempo inquieta. Tiramos essa foto nas nossa viagem. Vocês foram comigo pros Estados Unidos, á trabalho. Estávamos em Miami, na praia, quando o Rober, que trabalha comigo, tirou essa foto nossa.
- Ela... É linda. - Disse chorando. - E lembra muito você.
- Mas todos acham que ela se parece com você. - Sorri. - Você quer vê-la?
- Quero.
- Pedirei permissão pros médicos, pra trazer ela aqui. Se você não for pra casa logo.
- Eu perdi minha vida toda Luan?
- Não, e sei que vai se lembrar... E se não se lembrar, construímos ela de novo.
Ela sorriu e sem graça virou a pagina.
- Olha essa, eu amo.
- Quem são?
- Eu, você, gravida, está vendo? - Ela afirmou com a cabeça. - E minha equipe, do trabalho. Esse é o Rober, esse é o Gutão, essa a Dagmar, esses são meus pais, minha irmã, esse é meu segurança, esse é Fabbri, esse é o Juliano, o Pexe, a Daiane e a Marla.
- Você tem uma equipe grande.
- Eu tenho. - Sorri.
- No que trabalha?
- Eu sou cantor.
- Cantor?
- O cantor de maior popularidade no Brasil.
- Você? - Ela abriu a boca.
- Sim. - Ri.
Continuamos vendo fotos e mais fotos por dias. A cada segundo que podia, passava ali com ela. Tinha pedido ao medico para liberarem para Cecilia vê-la, mas ele disse que logo ela voltaria pra casa, e esse dia chegou. Peguei ela no hospital e apoiei ela em mim até o carro. Algumas pessoas tiraram fotos, mas não liguei. Ela andava bem, mas preferi ajuda-la. Estava feliz, e minha família e seus pais nos esperavam com uma festinha.
- Está nervosa? - Coloquei a mão sobre sua perna durante o trajeto.
- Na verdade, como será minha vida agora?
- Leila, eu já te disse, nem se tiver que ir ao outro lado do mundo, você vai recuperar sua memória. Estou fazendo de tudo, mas o caminho é lento minha linda. Enquanto isso, você vai ficar bem comigo, vou cuidar de você, eu e a Ceci.
- Eu sei que vai.
- Você confia em mim?
- Confio, desde quando te vi naquele hospital.
Sorri e voltei a atenção pra pista. Logo chegamos em casa e fomos recebidos com muita festa. Mas quando vi que Leila procurava alguém, perguntei:
- Onde está Cecilia?
- Bruna vem descendo com ela Luan!
Leila sorriu e apertou firme minha mão.
- Não fique nervosa.
Ela sorriu e desviou o olhar pra escada. Bruna descia com Cecilia, que agora já tinha um ano. Ela caminhou até nós enquanto todos nos olhavam. Leila começou a chorar e apertei sua mão. Quando Bruna chegou bem perto, ela me soltou e pegou nossa filha, enquanto apoiei a mão em seu ombro.
- Ela... É linda.
Sorria olhando aquela cenas. Minhas duas princesas, agora estavam em casa, e eu estava quase completamente feliz.
Amores, desculpa viu? É que fiquei fora de casa, aconteceu umas coisas... Mas to aqui e o próximo conto vai ser massa. Amanhã eu posto a ultima parte desse. Um beijo e espero que gostem.
- Está nervosa? - Coloquei a mão sobre sua perna durante o trajeto.
- Na verdade, como será minha vida agora?
- Leila, eu já te disse, nem se tiver que ir ao outro lado do mundo, você vai recuperar sua memória. Estou fazendo de tudo, mas o caminho é lento minha linda. Enquanto isso, você vai ficar bem comigo, vou cuidar de você, eu e a Ceci.
- Eu sei que vai.
- Você confia em mim?
- Confio, desde quando te vi naquele hospital.
Sorri e voltei a atenção pra pista. Logo chegamos em casa e fomos recebidos com muita festa. Mas quando vi que Leila procurava alguém, perguntei:
- Onde está Cecilia?
- Bruna vem descendo com ela Luan!
Leila sorriu e apertou firme minha mão.
- Não fique nervosa.
Ela sorriu e desviou o olhar pra escada. Bruna descia com Cecilia, que agora já tinha um ano. Ela caminhou até nós enquanto todos nos olhavam. Leila começou a chorar e apertei sua mão. Quando Bruna chegou bem perto, ela me soltou e pegou nossa filha, enquanto apoiei a mão em seu ombro.
- Ela... É linda.
Sorria olhando aquela cenas. Minhas duas princesas, agora estavam em casa, e eu estava quase completamente feliz.
Amores, desculpa viu? É que fiquei fora de casa, aconteceu umas coisas... Mas to aqui e o próximo conto vai ser massa. Amanhã eu posto a ultima parte desse. Um beijo e espero que gostem.
