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sábado, 15 de dezembro de 2012

Você está gravado em mim. - Parte 5

Ela virou a folha e tinha uma foto nossa com Cecilia.
- Quem é essa menina?
- Ela se chama Cecilia, lembra aquele dia, que disse que tinha que ver minha filha? Cecilia é nossa filha. Minha e sua. - Ela passava a mão pela foto e eu continuei, abraçando ela pelo lado. - Ela tem 8 meses, e sentiu muito a sua falta esse tempo todo.
Ela tem muito de mim quanto a personalidade. É boazinha, bem tranquila, centrada, mas ao mesmo tempo inquieta. Tiramos essa foto nas nossa viagem. Vocês foram comigo pros Estados Unidos, á trabalho. Estávamos em Miami, na praia, quando o Rober, que trabalha comigo, tirou essa foto nossa.
- Ela... É linda. - Disse chorando. - E lembra muito você.
- Mas todos acham que ela se parece com você. - Sorri. - Você quer vê-la? 
- Quero.
- Pedirei permissão pros médicos, pra trazer ela aqui. Se você não for pra casa logo.
- Eu perdi minha vida toda Luan? 
- Não, e sei que vai se lembrar... E se não se lembrar, construímos ela de novo.
Ela sorriu e sem graça virou a pagina.
- Olha essa, eu amo. 
- Quem são?
- Eu, você, gravida, está vendo? - Ela afirmou com a cabeça. - E minha equipe, do trabalho. Esse é o Rober, esse é o Gutão, essa a Dagmar, esses são meus pais, minha irmã, esse é meu segurança, esse é Fabbri, esse é o Juliano, o Pexe, a Daiane e a Marla.
- Você tem uma equipe grande.
- Eu tenho. - Sorri.
- No que trabalha?
- Eu sou cantor. 
- Cantor? 
- O cantor de maior popularidade no Brasil.
- Você? - Ela abriu a boca.
- Sim. - Ri. 
Continuamos vendo fotos e mais fotos por dias. A cada segundo que podia, passava ali com ela. Tinha pedido ao medico para liberarem para Cecilia vê-la, mas ele disse que logo ela voltaria pra casa, e esse dia chegou. Peguei ela no hospital e apoiei ela em mim até o carro. Algumas pessoas tiraram fotos, mas não liguei. Ela andava bem, mas preferi ajuda-la. Estava feliz, e minha família e seus pais nos esperavam com uma festinha.
- Está nervosa? - Coloquei a mão sobre sua perna durante o trajeto.
- Na verdade, como será minha vida agora?
- Leila, eu já te disse, nem se tiver que ir ao outro lado do mundo, você vai recuperar sua memória. Estou fazendo de tudo, mas o caminho é lento minha linda. Enquanto isso, você vai ficar bem comigo, vou cuidar de você, eu e a Ceci.
- Eu sei que vai.
- Você confia em mim?
- Confio, desde quando te vi naquele hospital.
Sorri e voltei a atenção pra pista. Logo chegamos em casa e fomos recebidos com muita festa. Mas quando vi que Leila procurava alguém, perguntei:
- Onde está Cecilia?
- Bruna vem descendo com ela Luan!
Leila sorriu e apertou firme minha mão.
- Não fique nervosa.
Ela sorriu e desviou o olhar pra escada. Bruna descia com Cecilia, que agora já tinha um ano. Ela caminhou até nós enquanto todos nos olhavam. Leila começou a chorar e apertei sua mão. Quando Bruna chegou bem perto, ela me soltou e pegou nossa filha, enquanto apoiei a mão em seu ombro.
- Ela... É linda.
Sorria olhando aquela cenas. Minhas duas princesas, agora estavam em casa, e eu estava quase completamente feliz.

Amores, desculpa viu? É que fiquei fora de casa, aconteceu umas coisas... Mas to aqui e o próximo conto vai ser massa. Amanhã eu posto a ultima parte desse. Um beijo e espero que gostem.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Você está gravado em mim. - Parte 4

Por muito tempo as coisas ficaram daquele jeito. Eu sofria em ter que deixa - la por um tempo para fazer shows, e ao mesmo tempo meu lado depressivo reclamava pela falta que ela me fazia. " Se você fosse importante na vida dela, ela se lembraria. ". Era isso que esse lado me dizia. Quando voltei pra vê - lá, lembrei de lhe levar um álbum com fotos da família. Me sentei perto dela e comecei a conversar, pra que aquilo fosse o mais natural possível, e depois mostrei o que tinha levado.
- Vai me dizer quem é?
- Vou te mostrar!
Sentei ao seu lado na cama e respirei bem fundo, abri a pagina na primeira foto. Era uma foto do nosso casamento. Ali tinha separado cada foto que significava algo importante na vida dela. Ela delicadamente pegou o álbum de minha mão e colocou sobre seu colo. Passava a mão sobre a foto, delicadamente. Olhei seu rosto, lagrimas escoriam. 
- Eu pareço estar tão feliz. 
- E está! Somos um casal muito feliz Leila. 
- Por que não me lembro?
- A vida é injusta. - Passei minhas mãos sobre seu rosto, secando as lagrimas. 
- Então somos casados? 
- Muito bem casados! Tive sorte. 
- Por que demorou tanto pra vir me ver? Você sumiu o fim de semana todo. Na verdade, te magoei, eu se fosse você não voltaria. 
- Ei, que isso! Eu vou voltar sempre, mesmo que me mande embora! Demorei por que viajei. Tenho um trabalho complicado. Mas vou te ajudar á ter sua memória de volta Leila. 
- Obrigado. - Ela sorriu verdadeiramente pra mim. 
- Vire a pagina, te contarei a historia de todas as fotos, menos dessa primeira. Fica como desafio, você que vai me conta - lá. 
Ela sorriu e virou. Tinha uma foto nossa antiga, abraçados, num barco. 
- Esse foi nosso primeiro encontro. Você apareceu de repente na minha vida, do nada. Sempre foi mais inteligente que eu. Estávamos na argentina, eu estava sozinho. Queria alugar um barco pra passear, com um piloto. Falava um espanhol bem ruim e você apareceu e me ajudou. Acabou indo passear comigo, depois de muita insistência. 
Ela me olhava curiosa.
- O piloto quem tirou essa foto. E ela está na sala da nossa casa. - Sorri. 

Amores, texto pequeno mas o que consegui pra hoje. Espero que gostem. Ele vai ajuda-la. Bom, semana apertada, desculpem. Beijos e posto depois de comentários...

sábado, 1 de dezembro de 2012

Você está gravado em mim. - Parte 3


Sabe quando se sente mas nuvens? Eu me sentia assim indo ao hospital. Me ligaram e sai correndo, deixando Cecilia com minha mãe, meu pai foi comigo. Queria ver Leila logo, urgente. Abraça - la forte. Ao chegar no hospital entramos e logo achamos o medico, queria ir logo pro quarto dela, mas eu sabia que não era assim. Quando encontramos ele, ele não fez cara de surpresa. 
- Doutor, posso ver ela?
- Vamos com calma filho... - Meu pai colocou as mãos sobre meu ombro. 
- Não pai!
- Seu pai tem razão Luan... Vamos conversar antes.
Fomos pra sala dele e depois se sentamos. 
- Como ela está doutor? 
- Ela está bem. Bem confusa, é certo, mas bem. Não sei se vai ficar com alguma sequela, as primeiras horas são decisivas. Mas Luan, nós temos um problema. 
- O que houve?
- Olha, vamos ter que ter paciência. A Leila, não lembra de nada. Eu ainda não sei a dimensão disso, mas é possível que ela não se lembre das pessoas que conviviam com ela, por que pelo menos, o passado dela, está todo apagado na sua mente. 
Sentia cada palavra como um golpe, como minha menina não se lembrava de mim? Como era possível? 
- Não pode ser. - Chorei e meu pai apertou meus braços. - Não está acontecendo isso. Nem de Cecilia, e de... Mim? 
- Ela diz que não... Mas pode ser que quando veja você ela se lembre, com a maioria é assim.
- E se não se lembrar? 
- Temos todo o tempo do mundo não? 
- Não! A vida é curta, Cecilia vai crescer... Eu vou envelhecer! - Estava revoltado. - Não quero perder meu tempo mais... Quero minha mulher!
- Sinto muito Luan. Mas vai ter que ter paciência com Leila. 
Respirei fundo e soltei o ar pelo nariz. Sequei as lagrimas e disse:
- Eu terei. 
E então, pude ir vê- lá. Entrei no quarto devagar, Leila virava pro lado oposto. Me aproximei da cama e a minha vontade era ir cada vez mais rápido e pular em seu pescoço. Ela se virou e ao me fitar, seus olhos ficaram confusos. Comecei a chorar. 
- Você está bem? - Perguntou com naturalidade. 
- Não importa. Como você está? - Perguntei secando as lagrimas. 
- Quem é você? Por que não me lembro de nada? 
- Eu... - Comecei a chorar mais a cada palavra. - Vou cuidar de você. - Passei a mão sobre seus cabelos e sentei ao seu lado. 
- Por que? 
- Por que você é importante na minha vida, não está sozinha. Eu estive aqui o tempo todo com você, só você não lembra.
- Me desculpa. - Disse com um olhar culpado.
- Não fique assim, não tem culpa. Só saiba, que vou estar ao seu lado.
- O que você é meu?
- Eu? Sou... - Não sabia o que dizer. - Acho melhor te mostrar. Vou te trazer fotos amanhã, pode ser? 
- Temos fotos? 
- Temos muitas fotos. - Sorri. - Mas eu vou indo, deixei uma pequena linda em casa.
- Você tem filhos?
- Um menina, pequena. Mas amanhã te trago fotos. Eu podia dormir aqui com você, mas eu não posso deixar - la, e também não tenho permissão dos médicos. 
- Acha, que isso. Pode ir ver sua filha. - Ela sorriu. 
A verdade é que queria o mais rápido possível sair dali. Parar, e pensar e tudo. Aquilo cortava o meu coração como uma faca. Fui pra casa em silencio. Meu pai nada disse, respeitou meu tempo. Os pais de Leila não estavam na cidade, mas já tinham sido avisados e chegariam em breve. Quando cheguei em casa, me tranquei no quarto e lá chorei bastante. Mas tomei uma decisão, faria o que estivesse ao meu alcance, mas ela recuperaria todo seu passado. 

Oi amores, não me matem ta bem? haha Desculpa a demora, minha semana foi muito agitada. Beijos e amo vocês. Posto depois de 6 comentários. Ah, tenho um blog agora, olhem e me falem se gostaram http://www.bloguetiando.com/ ><

sábado, 24 de novembro de 2012

Você está gravado em mim. - Parte 2

Depois que me acalmei, as coisas foram fazendo mais sentido. A mãe de Leila, estava no hospital e o pai ali. Cumprimentei ele, estava preocupado, abalado, mas inteiro. Enquanto eu despedaçava. Sentado no sofá, depois de explicar onde passei a tarde, lembrei de minha filha.
- Onde está Cecilia?
- Aqui. - Bruna apareceu com ela ao colo.
- Me dá ela?
Ela veio até mim e eu peguei.
- Ow minha gorda, vem com o pai vem.
Todos pararam e ficaram me olhando pegar Cecilia. Ela estava grandinha já. Tinha olhos grandes e azuis acinzentados da mãe, assim como a pele branca feito neve. Os traços do nariz, boca e bochechas se pareciam com os meus quando era criança. A cor do cabelo era mista. Um castanho médio, mas parecido com os meus cabelos quase negros do que com os cabelos loiros médios, quase mel de Leila. Mas ela tinha muito de mim quanto a personalidade. Era boazinha, bem tranquila, centrada, mas ao mesmo tempo inquieta. Cecilia era minha eterna pequena.


Peguei ela no colo e depois subi as escadas, dizendo que ia pro meu quarto. Coloquei Cecilia na cama e depois fechei as janelas pro quarto ficar escuro.
- Fica aqui filha, vou tomar um banho. Deixei ela na cama e tomei um banho rápido demais, de medo dela cair da cama. Fui pro quarto e ela ainda estava deitadinha no mesmo lugar.
- Mas essa minha menina é linda demais né princesa?
Me troquei e depois deitei com ela. Coloquei ela sentada em mim, olhando em minha direção. Comecei a brincar com ela, e Cecilia ria toda boba. A risada dela por alguns instante me fazia esquecer de tudo, e sorrir junto. Bateram na porta.
- Entra!
Minha mãe colocou a cabeça pra dentro.
- Mas que risada mais gostosa dessa minha pequena! - Cecilia riu e rimos com ela.
Ela ficou com vergonha e deitou sobre meu corpo, escondendo o rosto com as mãos.
- Ficou com vergonha filha?
- Que linda! Filho, quero que venha comer algo.
- Vou dar papa pra Ceci né filha?
- Quero que você coma. Está o dia todo sem se alimentar.
- Tudo bem, vou dar pra ela e como, está bem?
- Sim. - Ela sorriu pra mim. - Venha logo, tem que colocar Cecilia pra dormir, já é tarde Luan.
- Estou indo.
Minha mãe saiu e Cecilia levantou o rosto.
- Menina envergonhada viu? Vovó ta brava comigo já, por que ta na hora de princesinha dormir! Essa noite, vai ser difícil pra você dormir não vai pequena? Mamãe que te põe na cama.
Deitei ela ao meu lado.
- Mas papai vai cuidar de você. Quer dormir com o papai hoje? Hoje você vai ficar aqui comigo amor! A mamãe vai voltar logo viu? Eu prometo.
Deixei uma lagrima escapar, mas logo limpei.
- Vamos lá Ceci, se não a vó vem puxar a orelha do papai.
Peguei ela no colo e desci. Cuidei com muita dedicação de Ceci por dois meses. Voltava pra casa toda noite e ia ver Leila. Ela evoluía pouco a pouco, e depois de dois meses, minha menina acordou. 

Amoooores, postando, desculpa a demora, fiquei doente essa semana e não consegui escrever. Espero que gostem, beijoooos ;* Posto depois de 3 comentários...

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Você está gravado em mim. - Parte 1


- Luan, espera, calma! Vamos conversar! - Corria rápido pelo corredor dos hospitais de Campo Grande.
Ouvi mais uns gritos de meu pai, mas não atendi. Me sentia perdido, sem chão. Fui então até o estacionamento e dois ou três repórter vieram em minha direção. Me desviei enquanto falavam comigo e tiravam fotos. Chorando, segui em direção ao carro e vi novamente meu pai, passando entre os repórteres. Entrei no carro antes que ele pudesse me alcançar sai cantando pneus. Dirigi sem direção por horas, enquanto chorava. Por que comigo Deus? Meu celular tocava toda hora, até perder a paciência e desliga-lo. Parei no acostamento de uma estradinha. Já tinha até saído da cidade. Olhei ao longe, o sol se punha. Passei a mão pelo rosto, pelo cabelo e depois joguei a cabeça no volante ao lembrar que ela ama o por do sol. 

Flash Back on.

- Amor, vou indo. 
- Promete tomar cuidado anjo? - Disse tirando os olhos de um livro e virando pra Leila que engatinhava na cama até mim e lhe dei um beijo apaixonado. Ela se sentou próxima á mim e fiquei lhe fazendo carinhos.
- Lu, é aqui do lado. Vou só até Jaraguari levar sua tia ao medico.
- Não quer que eu vá com você?
- Não Lu, prefiro que fique com Cecilia. 
- Se é assim então... Mas me promete que liga quando chegar?
Meu tio estava viajando e Leila se ofereceu para levar minha tia ao medico. E eu, fiquei encarregado de cuidar de Cecilia, nossa filha de oito meses.
- Prometo meu amor. Estou indo. Já dei um beijo em Cecilia, ela está dormindo. Se não voltar até o meio dia, dê papinha pra ela, você sabe preparar não é? 
- Sei amor. 
- Então tchau. 
Ela se despediu de mim com um beijo e em seguida saiu pela porta. Já tinha dado 13:00, Cecilia estava alimentada e eu brincava com ela quando meu pai chegou em casa correndo. 
- Oi pai! - Disse levantando do tapete com Cecilia no colo. - O que foi? Ta tudo bem com a mãe? 
- Sim, com a mãe sim. 
- O que foi? Bruna? O que houve? 
- Filho, ligaram lá em casa. Nosso numero era a última ligação do celular da Leila, ela ligou pedindo o bairro da casa da sua tia, estava perdida. 
- O que houve com ela? - Fiquei nervoso e segurei Cecilia mais forte nos meus braços. 
- Ela sofreu um acidente quando entrava em Campo Grande. Está no hospital, temos que ir pra lá agora.

Flash Back of.

E agora, minha pequena, estava em coma. Não sabia, não tinha ideia do que faria. Ali, no meio do nada chorei por alguns minutos, até me lembrar de minha princesa. Ela precisava de mim. Foi então que vi que estava longe já, e daria um bom tempo até chegar até minha casa de ferias em Campo Grande. Voltei dirigindo, mais calmo e um pouco mais lúcido. Era era mais de 21:00 quando entrei no condomínio e dirigi até minha casa. Estacionei e limpei meu rosto, mas não pensei em disfarçar choro, era impossível. Abri a porta e no meus instante, Bruna pulou em mim me abraçando. 
- Ai meu Deus, onde você estava? Está tudo bem? - Ela passava a mão no meu rosto nervosa. - Não faz mais isso, a mãe quase morreu de preocupação. 
Abracei ela e a tranquilizei. 
- Calma, eu to bem. Desculpa, desculpa mesmo. 
- Te procuramos a tarde toda. 
- Eu sei, eu sei. Só precisei ficar sozinho. 
- Não faz mais isso Lu, não faz. Vem cá.
Me senti mal pelo alvoroço que havia causada, certamente, não havia só meus pais em casa atras de mim. Ela saiu me puxando e gritando minha mãe. Ela apareceu na porta da cozinha com Cecilia no colo e logo deu minha pequena pra Bruna e veio me abraçar. Enquanto ela me abraçava, desabei. Chorei feito criança enquanto pedia desculpas pela tarde de preocupação e dizia ter medo. Então vi que a família de Leila estava ali e Anderson. Via alguns ligando pra outros, e a frase que mais se ouvia:
- Ele apareceu, está aqui e está bem. Abalado, mais bem.

Amooores, postando. Me desculpem por não ter vindo ontem. Sai de tarde e voltei já era muito tarde. Beijooos e espero que gostem. Posto depois de 5 comentários...

domingo, 18 de novembro de 2012

Vem ai, " Você está gravado em mim. ".

Oi amoooores, venho aqui com mais uma sinopse! Mas pra começar  antes de tudo, pra não esquecer  quero agradecer a Jheny linda pela divulgação do conto anterior, quando não pude divulgar e tal, obrigado lindona. Hoje, pra recomeçar, volto com um drama! Eu amo dramas né? Acho que 90% desse blog vai ser drama, por que será né? To cheia de ideias de contos legais... Par escrever tem duas ideias da Jheny, tem umas minhas e tem uma, lembra que falaram que gostaram da minha comedia? Tive um ideia essa semana pra comedia, durante o banho, mas eu esqueci a ideia. Palmas pra mim. Vou lembrar e prometo uma comedia ai pros seis U.U e O que vocês querem mais? Qual gênero? Tem dois romances há vista ok? AAAAAAAAAA E TEM MAIS! Prometo pro seis um conto sobre minha fanfic mais conhecida, Fanfic Suspiro Santana 2! Vai ser top. Bom... Vamos ao conto da semana. Drama, hahahahaha, amo demais. 


Leila sai de sua casa em Campo Grande em direção a Jaraguari. Casada com Luan, ela pede que ele fique com a filha do casal, de oito meses. Mas ela sofre um acidente e fica em coma. Vivendo por um tempo com a incerteza de melhorias na saúde da esposa, Luan fica inconformado, do seu lado, aguardando a cada dia uma evolução. E em um dia, inesperadamente, ela acorda. Mas nada vai ser como antes, e cada dia, vai ser um provação para Luan.



Amoooores, gostaram? Muito pesado? Posto amanhã mesmo se tiver 3 comentários. Beijos e espero vocês. 

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Se intrometeu - Parte 3


Dois anos depois do ocorrido, estávamos nos casando. Entrei na igreja com um vestido feito por minha mãe, uma famosa estilista e ainda chorei na hora do sim. Como já era de se ver, havia nascido no mundo da moda e tinha tudo pra me dar bem nisso, e dei, por um bom tempo, até estragar tudo. Meu pai era como Luan, romântico incurável. Fotografo, subiu na vida com muito esforço e havia conhecido minha mãe quando foi fotografar um de seus desfiles, e ela o desprezou. Depois do casamentos, eu e Luan fomos passar a Lua de Mel num paraíso paradisíaco, uma linda praia. Andávamos de mãos dadas quando ele começou. 
- Sabe, por muitos momentos cheguei a nos imaginar assim, com um aliança no dedo. - Ele sorriu e apertou minha mão, rodando o anel delicado em minha mão. 
- Posso confessar que não? - Ri e Luan fez o mesmo. - Nunca me imaginei assim Luan. Mas aquele dia, quando você me deixou, me fez nascer novos sonhos, me fez acreditar que podia ter um conto de fadas só pra mim, e que você era meu conto de fadas. 
- Você nunca acreditou nisso não é?
- Nunca. Preferia ralar o joelho que ouvir historias de princesas na infância.
Rimos gostoso. O tempo nos permitiu rir daquilo, o que antes seria impossível. Era impressionante como minha vida havia mudado depois daquele dia em diante. Eu e Luan ainda éramos diferentes e gostávamos de coisas diferentes, mais meus pensamentos amadureceram. Era infantil pensar como eu pensava antes. E agora, era um companheira fiel e discreta, e seria a partir de agora, para Luan, um esposa dedicada e amável. As vezes penso em como minha vida parece ser escrita por Deus, pra ficar marcada nas estrelas. Penso em como Luan entrou na minha vida, igual meu pai entrou na vida de minha mãe, primeiro, virou ela de ponta cabeça, e depois a colocou no lugar, mas não o mesmo lugar de antes, agora estava tudo melhor, mais emoção e mais, muito mais amor. Sim, minha vida, devia estar escrita.

Amoooores, termino aqui o "Se intrometeu". Como já sabem, estava viajando e quando voltei não consegui entrar aqui por conta de arrumar as coisas da escola e tal. Desculpem mesmo. Mas amanhã já volto com um conto. talvez até hoje poste a sinopsia ok? Beijos e amo vocês. Ps: Queria agradecer a Cami por postar aqui, ela foi uma linda. Fanfic dela aqui.